Arquivo, Memória

Arte, Arquivo e Memória

Concepção e coordenação
Frederico Coelho

Público-alvo

Interessados em documentação

e arquivos.

Carga-horária

6 encontros, 12 horas de aula

Vagas

30

Datas e horário

30 de agosto,

6, 13, 20 e 27 de setembro
4 de outubro de 2022
Terças-feiras, 19-21h,

pela plataforma ZOOM

Valor

R$700,00 *
(Este valor pode ser parcelado, ver descontos, condições e formas de pagamento no regulamento)

Dúvidas e inscrições 

cursos@iacbrasil.org.br

Faça sua inscrição

respondendo o formulário

clicando no botão abaixo:

2875409.png

Programa do curso

O curso será um roteiro de estudo sobre Arquivo e sua operação simultânea como Teoria e como Prática no campo da arte. Partindo da premissa de uma “história da arte anacrônica” de Didi-Hubermann, pensaremos juntos como a ideia de Arquivo enquanto dispositivo de memória e de invenção na arte se articula com o debate contemporâneo sobre a informação, a imagem e os fluxos discursivos nas artes visuais. Neste curso, portanto, mais do que analisar criticamente obras de artistas específicos, iremos refletir tanto sobre a produção de arquivos de artistas (documentações pessoais arquivadas em vida e seus múltiplos usos) quanto sobre uso da ideia de Arquivo como princípio de criação estética. No horizonte de perguntas que faremos ao longo das aulas e textos, a ideia é pensar o Arquivo hoje em sua inerente face política, cada vez mais reivindicado como motor crítico de narrativas contemporâneas (ligado a temas como ancestralidade ou memórias coletivas).

 

O curso prevê 6 encontros de duas horas cada.

Sobre o ministrante

Frederico Coelho, 47 anos, é carioca, pesquisador, escritor, curador e professor de graduação em Literatura e de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade no Departamento de Letras da PUC-Rio. Se formou e fez Mestrado em História no IFCS da UFRJ. Doutorou-se na área de Literatura pela PUC-Rio de Janeiro. Publicou, entre artigos e organizações, os livros A Semana sem fim – Celebrações e memória da Semana de Arte Moderna de 1922 (Casa da palavra, 2012), Jards Macalé – Eu só faço o que quero (Numa, 2020), Livro ou livro-me – os escritos babilônicos de Hélio Oiticica (EdUERJ, 2010) e Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado – cultura marginal no Brasil 1960/1970 (Civilização Brasileira, 2010). Trabalhou com assistente de curadoria do MAM-Rio entre 2009 e 2011. Escreveu artigos, resenhas e ensaios para revistas e periódicos como Ars, Zum, Sibila, Estudos Históricos, Romantic Notes, Serrote, Revista de História da Biblioteca Nacional, Acervo e Jacarandá. Durante três anos (fevereiro de 2015 a fevereiro de 2018) assinou uma coluna semanal no Segundo Caderno do jornal O Globo. Atualmente é diretor do Solar Grandjean de Montigny, espaço cultural na PUC-Rio.

 
...