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ateliê 

aberto

O Ministério da Cultura, o Instituto Galo da Manhã e o Instituto de Arte Contemporânea apresentam o ateliê aberto de práticas educativas realizado pelos integrantes do 5º ciclo da Bolsa IAC de Residência Educativa.

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Bolsa IAC de Residência Educativa
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ENTRE RETAS

E CURVAS:

UM OLHAR SOBRE O ARQUIVO DE CARLOS ZILIO

ateliê aberto de

práticas educativas​​

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data

26 set 2026

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horários de visitação
sábado
11 às 15h

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entrada gratuita

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local

Instituto de Arte Contemporânea

Av. Dr. Arnaldo, 120/126


São Paulo - SP

 

local acessível ♿

A mostra de ativação "Entre Retas e Curvas: um olhar sobre o arquivo de Carlos Zílio" é fruto do processo de formação desenvolvido no âmbito da Bolsa IAC de Residência Educativa 2026, coordenada por Fabíola Martins e Paula Ramos. A partir de pesquisas no Fundo Carlos Zílio, recentemente doado ao Instituto de Arte Contemporânea, as pessoas residentes elaboraram a exposição como exercício de experimentação e investigação sobre o arquivo do artista.

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O Ateliê Aberto encerra este ciclo como um espaço de ocupação, convivência e diálogo. Com atividades temáticas propostas pelo grupo residente do 5º Ciclo, o Ateliê convida o público a experimentar diferentes linguagens e materiais a partir dos processos de criação de Zílio.

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Cada oficina retoma, à sua maneira, símbolos e temas identificados pelos residentes durante a pesquisa, como a figura do tamanduá, as formas geométricas, a relação entre ausência e presença e a dimensão política de sua trajetória, aproximando o público das obras e documentos apresentados na mostra.

Bolo de papel 

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Receita: 
Pegue uma folha de papel.
Escreva nela seus segredos mais íntimos. 
Derrame bastante cola sobre a folha e amasse-a bem. 
Deixe-a secar até o ponto em que se alguém abri-la, ela se rasgará. 
Repita o mesmo procedimento com diversas outras folhas. Depois cole uma na outra, até a última que desejar. 
Enfeite com um pequeno suspiro de papel.

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Bolo de Papel

- Detalhe/Adaptação: Reproduzido para a mostra de ativação “Entre Retas e Curvas: Um Olhar Sobre o Arquivo de Carlos Zílio”. CZ11/517 - Slide - Fundo Carlos Zilio - Instituto de Arte Contemporânea​

ATELIÊ ABERTO

OFICINAS

Confira abaixo as oito oficinas que compõem a programação do Ateliê Aberto.

 

As atividades são gratuitas, sem necessidade de inscrição prévia, e o público pode circular livremente entre as propostas ao longo do dia.

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Cada oficina tem indicação de faixa etária, e algumas acontecem em horários específicos.

Rascunhando o Passado

Eleonora De Carli

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Público alvo:

maiores de 14 anos

Rascunhando passado, presente e futuro

 

"Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." A frase, historicamente atribuída ao químico Antoine Lavoisier, é o fio condutor desta atividade educativa, que parte do arquivo de Carlos Zilio para refletir sobre os processos de criação, transformação e construção de referências. Olhar para o arquivo de Zilio é deparar-se com inúmeros diálogos: quais histórias nos inspiram? Em quem buscamos nossos referenciais? Como essas relações nos atravessam e nos transformam? O que nos move a criar? A partir dessas questões, os visitantes são convidados a discutir a obra de Zilio e estabelecer seus próprios diálogos com o passado, reconhecendo as referências que os constituem e imaginando possibilidades para o futuro. Por meio de uma folha de papel, lápis e giz pastel oleoso, a proposta é transformar memórias, referências e desejos em rascunhos, pequenos esboços de aspirações para aquilo que ainda está por vir.

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Eleonora De Carli é bacharel em Relações Internacionais pela PUC-SP e estudante de Museologia pela ETEC Parque da Juventude. Tem interesse nas relações entre arte, cultura, memória e instituições culturais. Sua trajetória articula a formação em Relações Internacionais à prática museológica, com experiência em ambientes multiculturais, comunicação com diferentes públicos e atividades de documentação, catalogação, pesquisa e preservação de acervos. Atualmente, atua no Museu da Diversidade Sexual, contribuindo para ações de documentação e preservação do acervo, e integra, como bolsista, o programa de Residência Educativa do Instituto de Arte Contemporânea.

Mascarando e Carimbando

Marília Landi e Victor Lima

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Público alvo:

maiores de 10 anos

 Mascarando e carimbando novos olhares

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A partir das formas figurativas e abstratas nas pinturas de Carlos Zílio, esta oficina te convida a criar carimbos e personalizar máscaras, pensando também nas questões identitárias que permeiam a obra do artista. Há quem diga que estamos sempre mascarados e, aqui, poderemos propor novas manchas e recortes, refletindo sobre quem somos e a forma como percebemos o que está ao nosso redor.

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Foto marilia landi.heif

Marília Landi (2004) foi criada em Bragança Paulista, interior de São Paulo. Atualmente é graduanda no curso de bacharelado e licenciatura em Artes Visuais, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e bolsista do quinto ciclo de Residência Educativa no Instituto de Arte Contemporânea (IAC). Atua junto ao Coletivo Gancho, desde 2023, investigando as fronteiras entre a arte e o artesanato dentro do campo das artes têxteis. Desde 2024, integra o Grupo de Estudos Deságue, iniciativa da artista Bella Tozini, para o estudo de artistas mulheres por artistas mulheres. Desde 2024, participa do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) pelo subprojeto artes, onde atua como estagiária na rede municipal de Campinas, acompanhando turmas de diferentes estágios da educação básica.

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Victor Lima, bacharel em Artes Cênicas pela UNICAMP. Produtor cultural, diretor, curador, dramaturgo e educador com circulação internacional (Noruega, Espanha e República Tcheca), pesquisa poéticas e performatividades afrodiaspóricas com ênfase na corporalidade e no imaginário em zonas liminares. Fundou o Grupo Encruza de Pesquisa Cênica que atua no mesmo campo de investigações, foi bolsista FAPESP em três Iniciações Científicas, além de ter reconhecimento artístico e acadêmico por instituições como Itaú Cultural e Conservatório de Tatuí. Atualmente é curador e educador da exposição “Entre retas e curvas: um olhar sobre o arquivo de Carlos Zílio”, no Instituto de Arte Contemporânea (IAC).

Oficina de Zine

Gabriela Rocha

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Público alvo:

maiores de 10 anos

Oficina de zine: Imagem, cotidiano e crítica

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A oficina propõe uma introdução à linguagem do zine como forma de expressão artística, publicação independente e construção de narrativas visuais. A partir de referências da produção de Carlos Zilio, serão exploradas as relações entre arte, cotidiano, imagem e crítica social. Os participantes serão convidados a produzir seus próprios zines utilizando desenho, colagem, escrita, fotografia e reprodução de imagens, transformando experiências e elementos do cotidiano em uma publicação autoral.

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Gabriela Rocha é artista visual, estudante de artes visuais na Faculdade Santa Marcelina, com atuação nas áreas de pintura, mediação cultural e arte educadora. Sua prática artística, investiga relações entre memória, cotidiano e contemporaneidade, articulando referências das artes visuais e do cinema. Possui experiência em espaços culturais, exposições e ações educativas e na comunicação com diferentes públicos.

Tamandua Feltro

Sophia Sander

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Público alvo:

Classificação Indicativa Livre

Oficina - Tamanduá de Feltro: Memória e Objeto

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Em diálogo com a obra de Carlos Zilio, a oficina parte da presença do tamanduá em suas pinturas para explorar como uma imagem pode carregar memórias e adquirir novos sentidos. Após uma breve conversa sobre as obras, os participantes criarão seus próprios tamanduás de feltro, transformando a imagem pictórica em objeto tridimensional.

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Foto Fora - Sophia Sander.heif

Sophia Sander é estudante de Artes Visuais na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Possui experiência em mediação cultural, ações educativas, com interesse no ensino informal e na democratização do acesso à arte. Sua pesquisa artística investiga afetividades e experiências individuais e coletivas, abordando temas como o luto e a ansiedade. Atualmente, concentra seus estudos na interseção entre arte contemporânea e educação, explorando as relações entre práticas artísticas e processos de construção de conhecimento. Tem interesse em atuar na gestão de espaços culturais e educativos, desenvolvendo projetos que fortaleçam o diálogo entre instituições e diferentes públicos.

Metamorfose

Fernanda Moreira

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Público alvo:

Classificação Indicativa Livre

Metamorfose Poética: A geometria de Zílio​

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Através de tamanduás, mãos e formas geométricas, mais do que apenas observar, a proposta é exercitar a fabulação. O público é convidado a apropriar-se das matrizes e formas características do artista para criar suas próprias composições na oficina de stencil, entrelaçando as reflexões contemporâneas sugeridas pela poética de Zílio com suas próprias perspectivas de mundo.

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Fernanda Moreira é beletrista e estudante de Letras na Universidade de São Paulo (USP). Como entusiasta da literatura e das artes, seus interesses de pesquisa abrangem a investigação de aspectos da semiótica na arte, o estudo literário como meio de democratização do ensino e da cultura, e demais tópicos que englobam educação, cultura e linguagem. Atualmente, concentra-se no estudo das Letras Clássicas e Vernáculas, explorando principalmente questões da literatura moderna e contemporânea, além de atuar no Programa de Residência Educativa do Instituto de Arte Contemporânea.

Presença Ausencia

Felipe Costa

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A Ausência da dor na Presença da Arte

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A proposta da oficina consiste em uma atividade reflexiva que visa criar uma obra a partir da concepção de cada visitante sobre como as palavras ausência e presença (elementos presentes na exposição dos arquivos de Carlos Zilio) seriam retratadas por meio de desenhos, frases ou poemas em uma folha de papel. A primeira etapa consiste em cada visitante fazer a sua concepção da palavra ausência em folha de papel branco A3 com canetinha preta. Após esse processo, será proposto que todos troquem de folha uns com os outros e agora façam sua concepção do que significa a palavra presença com caneta vermelha, porém eles têm que dar continuidade na obra um do outro, só que agora com o seu ponto de vista, fazendo assim uma obra e reflexão única a partir da colaboração de dois visitantes com vivências e pontos de vista distintos, enriquecendo o fazer artístico da oficina e possibilitando a criação de algo com duas pessoas colaborando entre si.

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Público alvo:

maiores de 10 anos

Foto interna.HEIC

Felipe Costa é desenhista, cartazista, criador e estudante de Artes Visuais pela UNIP. Possui mais de 10 anos de experiência em formação, estudo e prática de desenho manual. Desde cedo, mantém interesse pelas artes visuais, pelo cinema, pelas histórias em quadrinhos e por espaços de memória, como museus, galerias e instituições culturais, encontrando nesses campos referências para sua formação e desenvolvimento artístico. Sua trajetória artística é marcada pela prática do desenho realista, pela criação de trabalhos autorais voltados a questões político-sociais e pela produção e comercialização informal de obras. Atualmente, vem ampliando sua pesquisa e se aproximando da arte contemporânea, buscando estabelecer novas relações entre sua experiência com o desenho, suas criações e diferentes possibilidades de experimentação e expressão artística. 

Desmecanizar

Letícia Lobo

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Público alvo:

maiores de 14 anos

Desmecanizar: corpo, arte e resistência

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A oficina propõe uma experiência de improvisação e jogos teatrais a partir de princípios do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, e dos Jogos Teatrais, de Viola Spolin. Em diálogo com a produção de Carlos Zilio e sua trajetória de resistência às formas de opressão, a atividade aproxima arte, corpo e ação por meio de jogos que estimulam a ativação dos sentidos, a observação, a concentração, a experimentação corporal, a escuta e o trabalho coletivo. A proposta parte da compreensão de Boal de que o teatro é uma essência humana: todos podem fazê-lo e desenvolver suas possibilidades. Ao deslocar os participantes de seus modos cotidianos de agir e relacionar-se, a oficina busca criar um espaço de liberdade, experimentação e construção coletiva de uma outra realidade, no qual o corpo possa descobrir novas formas de estar, perceber e agir no mundo.

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Leticia Lobo é atriz, maquiadora e atualmente estuda história na USP. Durante sua formação em teatro pelo Senac, realizou a escrita e planejamento de um projeto inspirado no Vai, no qual pretendia fomentar  a partir da linguagem teatral a memória de grupos indígenas que ocuparam a Aldeia Jesuítica de Carapicuíba. Também dedicou o seu TCC à realização de um documentário que explora as barreiras existentes para que a população periférica acesse e produza arte.  A partir dessas experiências, desenvolveu um interesse pela educação não formal e por ações culturais voltadas à democratização do acesso à arte, buscando aproximar diferentes públicos das manifestações artísticas e culturais.

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