Izabela Pucu é Doutora em História e Crítica da Arte PPGAV/EBA/UFRJ. Co-coordenadora da Plataforma Mario Pedrosa atual. Vencedora do prêmio Jabuti 2020, categoria Arte, por sua participação no livro "AI 5 50 anos. Ainda não terminou de acabar". Coordenadora de Educação do Museu de Arte do Rio (agosto 2018- fevereiro2020). Diretora e Curadora do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (2014-2016). Professora substituta do Instituto de Artes da UERJ (2008 a 2012). Coordenadora de Projetos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (20008-2012). Co-organizadora dos livros Mário Pedrosa atual (MAR 2019), Dispositivos artístico pedagógicos (MAR, 2019), Roberto Pontual obra crítica (Prefeitura do Rio/Azougue, 2013); organizadora do livro Imediações: a crítica de Wilson Coutinho (Funarte/Petrobrás, 2008), entre outros. Pesquisadora do livro Mario Pedrosa: primary texts (MoMA-NY, 2016). Curadora de um núcleo na exposição “AI5 50 anos. Ainda não terminou de acabar” (curadoria Paulo Miyada, Tomie Ohtake, 2018). Curadora de diversas exposições, entre elas “A pequena África e o MAR de Tia Lúcia“ (MAR, 2018); “Bandeiras na praça Tiradentes” (cmaho, 2014), A lágrima é só o suor do cérebro”(CMAHO, 2015), de Gustavo Speridião, "Movimento Ho" (CMAHO, 2016), de Eleonora Fabião, entre outras.
Paulo Miyada é curador e pesquisador de arte contemporânea. Possui mestrado em História da Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, pela qual também é graduado. Atualmente, é curador adjunto da 34a Bienal de São Paulo - Faz escuro mas eu canto (2019-2021), é curador adjunto do Centre Pompidou, e desde 2015 é curador chefe do Instituto Tomie Ohtake, onde ingressou em 2010 como coordenador do Núcleo de Pesquisa e Curadoria. Foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2010), integrou a equipe curatorial do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2011-2013) e foi curador adjunto do 34º Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP (2015). Entre suas curadorias, destacam-se Osso: exposição-apelo ao amplo direito de defesa de Rafael Braga (2017), AI-5 50 ANOS - Ainda não terminou de acabar (2018) e Aglomeração Antonio Henrique Amaral (2020). Fundou neste ano a revista presente, junto com Anna Maria Maiollino.
Gustavo Motta é crítico e historiador da arte, Mestre e Doutor em Artes Visuais pela USP, com pesquisas sobre arte brasileira (da década de 1960 à atualidade). Editor da revista dazibao – crítica de arte, foi professor de história da arte na UDESC (Florianópolis-SC) e de cursos de Arte Conceitual no SESC-Pompeia.
Sérgio Martins é crítico de arte, professor do departamento de História da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e autor do livro Constructing an Avant-Garde: Art in Brazil, 1949-1979 (MIT Press, 2013). Publicou artigos em revistas e periódicos como October, Artforum, Novos Estudos, ARTMargins, Modos e Third Text, e ensaios em catálogos de exposições como "Cildo Meireles" (Reina Sofia e Serralves, 2013), "Alexander Calder: Performing Sculpture" (Tate Modern, 2015), "Hélio Oiticica: to Organize Delirium" (Carnegie, Art Institute of Chicago e Whitney, 2016), "Lygia Clark: uma retrospectiva" (Itaú Cultural, 2014), "Lygia Pape: a Multitude of Forms" (The Metropolitan Museum of Art, 2017) e "Anna Maria Maiolino" (MoCA, Los Angeles, 2017). Seu próximo livro, sobre a trajetória de Antonio Dias nos anos 1960 e 1970, conta com financiamento das bolsas Jovem Cientista do Nosso Estado (FAPERJ) e CAPES/Humboldt.
Debora Faccion Grodzki é artista e historiadora da arte residente em Ithaca, Nova York, EUA. Com vinte e poucos anos, ela viveu e viajou muito pela Itália, onde tem uma segunda cidadania. O tempo que ela passou na Europa informou seu senso de história e aprofundou o valor que ela dá às culturas híbridas da América continental. Depois de pesquisar e trabalhar na intersecção entre arte e comunicação no Brasil, Debora se mudou para os Estados Unidos em 2012 para fazer seu doutorado. em história da arte na SUNY Binghamton. Em seu Ph.D. pesquisa, ela estuda artistas brasileiros que fizeram carreiras internacionais na década de 1970, estudo que impacta significativamente em seu fazer artístico. Apaixonada pelos insights criativos dados pela teoria, Debora atualmente dá aulas no departamento de Arte e Design da SUNY Binghamton, onde ela ministra um curso intitulado “Da Teoria Crítica à Criatividade”. Em casa, ela divide com seu parceiro polonês-americano o cuidado de sua filha de 2 anos e de seu cachorro bassê. Com o isolamento social de 2020 e o tempo passado em casa, o estúdio caseiro de Debora assumiu todos os aspectos de sua vida. Hoje em dia, ela continua voltando à pintura, meio que ao mesmo tempo lhe permite processar referências históricas e expressar nossa situação de vida contingente.